
Aos desconhecidos, a amigos, pessoas próximas, pessoas falsas...
Pegue a sua espada de plástico.
Vamos guerrear.
Lutar pelo coração
Quebrado, quebrado em mil pedaços.
Que já ta parecendo velho e inútil.
E sem sentimentos algum.
Mais é o que tem,
Que vai funcionar nesse corpo
Sem nada e gelado.
Se hoje fosse 20 anos trás
Eu seria alguém e teria dinheiro.
E eu vou te orientar a não ser,
O que eu sou hoje.
Por que daqui a 20 anos você vai,
Ser alguém e ter dinheiro pra gastar com coisas fúteis.
Cigarros, vícios e ate mesmo um pano de chão.
Mas eu não quero isso pra você.
E o que restar é só deixar passar,
Que tudo vai curar. Que só o tempo vai te apunhalar da pior maneira.
Deixa passar e dizer,
Dizer que tudo vai voltar a ser, como deve ser,
Mais será que,
O vento já levou nossos sonhos?
Uma hora você vai ter que erguer.
A bandeira que já esta furada,
São buracos de tiros ao redor,
Onde ratos roeram quando estava no armário.
Com chumbinho e uma banana pra servir de isca.
E o sol já se foi mesmo,
Não temos mais nada a perder.
Abaixa a telha e deixa a chuva escorrer.
Pulsando em minhas aveias,
Está o sangue derramado em uma batalha,
Com o amor e outras coisas sem importância.
E acho que gosto de perder sempre pro mesmo vencedor.
Cuja estante esta cheia de troféus.
.
D a n i
Pegue a sua espada de plástico.
Vamos guerrear.
Lutar pelo coração
Quebrado, quebrado em mil pedaços.
Que já ta parecendo velho e inútil.
E sem sentimentos algum.
Mais é o que tem,
Que vai funcionar nesse corpo
Sem nada e gelado.
Se hoje fosse 20 anos trás
Eu seria alguém e teria dinheiro.
E eu vou te orientar a não ser,
O que eu sou hoje.
Por que daqui a 20 anos você vai,
Ser alguém e ter dinheiro pra gastar com coisas fúteis.
Cigarros, vícios e ate mesmo um pano de chão.
Mas eu não quero isso pra você.
E o que restar é só deixar passar,
Que tudo vai curar. Que só o tempo vai te apunhalar da pior maneira.
Deixa passar e dizer,
Dizer que tudo vai voltar a ser, como deve ser,
Mais será que,
O vento já levou nossos sonhos?
Uma hora você vai ter que erguer.
A bandeira que já esta furada,
São buracos de tiros ao redor,
Onde ratos roeram quando estava no armário.
Com chumbinho e uma banana pra servir de isca.
E o sol já se foi mesmo,
Não temos mais nada a perder.
Abaixa a telha e deixa a chuva escorrer.
Pulsando em minhas aveias,
Está o sangue derramado em uma batalha,
Com o amor e outras coisas sem importância.
E acho que gosto de perder sempre pro mesmo vencedor.
Cuja estante esta cheia de troféus.
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D a n i

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