quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Na verdade verdadeira...


...meu peito doía... Dói.
Na verdade ele acalma se agita...
Que se passa não sei...
Esqueci muito em pouco, e nada.
Não me lembro de esquecer que me esqueci...
Sempre me confundo perdido no mundo...
Por alguns segundos me vejo completo
E em instantes, um completo.
Um completo idiota... Imbecil.
Ando tão mal...


E os fantasmas que assolam que assombram...
E o medo que já não tenho mais dele.
Que venham meus fantasmas, pois já tenho a arma...
Aprendi matar fantasmas...


Na verdade verdadeira meu peito doía... Dói.
Na verdade ele acalma se agita...
Que se passa não sei...
Esqueci muito em pouco, e nada.
Não me lembro de esquecer que me esqueci...
Trago lembranças, hoje apagadas, acesas...
Iluminadas pelas sombras...


E o fantasma já vem me assustar, e se afastar...
E tenho medo de sentir medo de ter medo...
E nada muda alem do mundo e tudo a minha volta,
A revolta revoltante sou mutante, ora isso ora aquilo...
Ora Deus, ora ateu...
Ora penso em você, outra hora em mim...

Ora Abel ora Caim... Sou assim... Sempre assim.

Ame a mim como sou e não serei nada alem do que você mesma quiser.

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